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22.3.04

Fingir que não é connosco 

Com a morte do líder espiritual do movimento islâmico Hamas, o "sheik" Ahmed Yassin, o Governo de Ariel Sahron dá mostras de uma total incompetência para lidar com a questão do Médio Oriente. Não é difícil de antever a escalada de violência que se vai seguir a este disparate político-militar.

Israel não pode fazer aos outros povos aquilo de que historicamente padeceu: do ódio, da perseguição, da injustiça.

Jerusalém e as terras sagradas do Médio Oriente, berço das três religões monoteístas, não é nem de israelitas, nem de árabes, ou sequer apenas de cristãos. É de todos, enquanto símbolo de fé, paz e fraternidade humana.

Nós, cristãos ou ateus, não podemos ficar indiferente à violência gratuita e à intolerância. Por cada episódio de guerra e de terror perpetrados - de raides aéreos, a atentados de bombas-suicidas - tanto os embaixadores do Estado de Israel como os representantes da autoridade palestiniana deviam chamados pelos governos nacionais, para darem explicações. Ao menos isso! Ou vamos fechar os olhos, assobiando para o lado?!

Se os acontecimentos do mundo não nos dizem nada, então mais vale fingir!
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Tempo... e a falta dele! 

Há já alguns meses que deixei de actualizar este "blog". Por Muitas razões. A maior delas: a falta de tempo. O trabalho e o estudo não deixaram espaço para me manter em diálogo com a blogosfera.

Vamos ver se arranjo algum tempo para passar por cá!

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